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Tesouro Direto passa a ter taxa de custódia menor; saiba mais

Investidores dos títulos do Tesouro Direto passarão a pagar uma taxa de custódia menor a partir deste sábado (1º de janeiro de 2022). A alíquota passa de 0,25% ao ano para 0,20% e vale para todos os produtos do Tesouro Nacional. Saiba mais sobre as taxas que o investidor precisa conhecer antes de aplicar seu dinheiro.

A taxa de custódia é cobrada pela B3, especialmente de investidores que aplicam dinheiro em papéis como Tesouro Selic ou Tesouro IPCA+, que pertencem ao programa de venda de títulos públicos federais para pessoas físicas. É com essa quantia que a bolsa arca com os custos referentes à guarda desses papéis e às informações e movimentações de cada conta.

A cobrança incide sobre o valor total aplicado nos títulos e é paga semestralmente, no primeiro dia útil de janeiro e de julho, ou quando ocorre o chamado evento de custódia (pagamento de juros, venda ou vencimento do título). O valor é descontado diretamente da conta do investidor na corretora ou banco.

Vale lembrar que, desde agosto de 2020, a taxa de custódia para investimentos no Tesouro Selic até o valor de R$ 10 mil foi reduzida de 0,25% para zero (isenção).

Em outubro, durante o encerramento da Semana do Investidor na B3, o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, afirmou que um aspecto muito importante para garantir a mudança do perfil da pessoa física que investe no Tesouro Direto, com um ticket de entrada menor e um público jovem, é o custo mais baixo.

“Com isso, em um esforço conjunto de B3 e Secretaria do Tesouro Nacional, reduziremos a taxa de custódia de 0,25% para 0,20%, a partir de janeiro de 2022. Com isso, queremos fazer dele um produto que seja barato, acessível e seguro para o investidor”, disse.